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Dia Internacional da Medicina Integrativa – por Dr. Jou Eel Jia

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A Medicina Integrativa foca na pessoa em seu todo e faz uso de várias abordagens
terapêuticas para obter o melhor da saúde e da cura. Associada ao tratamento
convencional, utiliza-se de práticas como meditação, uso de fitoterápicos, acupuntura
e outras.
A primeira grande mudança, com relação às práticas tradicionais, é colocar o paciente
como ator principal no processo de cura e ele deixa de ser um espectador passivo do
tratamento e passa a participar ativamente da própria saúde. Sendo assim, a saúde
também se transforma e passa a ser vista como uma responsabilidade individual.
Portanto, a prática engloba não só o bem-estar físico, como também o mental,
emocional, social e espiritual.
Esta prática reúne profissionais de diversas áreas e formações, defendendo que a
interdisciplinaridade é essencial para cuidar da pessoa. Orientando o paciente a
reconhecer, administrar e diminuir fatores estressantes. Buscando não só a cura de
uma situação de acometimento, mas a prevenção.
Todo o plano de tratamento é individualizado, baseado em suas demandas e
necessidades únicas. Todas as influências sociais e ambientais são levadas em conta,
investigadas e consideradas. Os pacientes também recebem informações nutricionais,
pois os alimentos são considerados agentes fundamentais para a promoção de saúde.
A Acupuntura e a Medicina Integrativa
A acupuntura é a terapia complementar que mais obteve sucesso em comprovar seus
benefícios terapêuticos, apresentando amplo campo de emprego na Medicina
Integrativa, em especial em casos que envolvem o tratamento da dor.
A preferência é por métodos menos invasivos e que compreendam o paciente em sua
totalidade, visando não só à cura, mas ao bem-estar e à manutenção da saúde, sendo
este um dos preceitos principais desta milenar prática da Medicina Tradicional
Chinesa.

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